Perdeu-se


A culpa não foi minha. Diabos podres de enxofre, arbustos malcheirosos dos planos mais baixos. Obelisco do descontrole. Ai de todos os deuses, que sua provação não seja de tão pesado vínculo. Falta ar, falta fôlego, falta pose e paciência, falta força e coragem, falta ignorância, ainda que seja a ignorante. Falta poesia, a beleza das rimas... Mas eu vou reencontrar minhas noites de cristal...

Ativando


Esqueci-me deste Blog, aliás, não tenho tido muito tempo para devaneios ultimamente.."A consciência do dever me persegue", enfim...
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Vadia, vagabunda, mentirosa jocosa, monstruosidade rancorosa de vaidade. Doenças. Estéticas inútil, dispensáveis, inúteis, revogáveis. Perde a pose, disfarça. Vadia, vagabunda, mentirosa..

Coitada da Rainha. Rainha, curinga vivente no frio invernal, de irresponsabilidade exagerada, outonos artificiais através dos tempos, era de nostalgias, erros grosseiros de grosseiros erros. Buscas bobas. Rei, armadura, espada, curinga. Coitado do Rei. O Rei morreu, viva o Rei! Que rei? Onde foi que errei? Vida longa bradarei.

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Qual é o objetivo? Presunçoso alívio, perda do foco. Culpa minha, afoita tola afoita. Sim, errei. Ah rei, meu rei, meu cavaleiro. Falhei. Fracassei. Levanto-me. Levantarei.